Arquivo
- 08-15-2008
- Rotina por Felipe de Oliveira
- Space Bar por Carlos Cruz
- Sobrevivência por Priscila Biancovilli
- A Religião como Ilusão no Pensamento por Rafael Issa
- Anonimato em Crise por Luiz Mendes Junior
- 07-15-2008
- A Vida é uma Porra com Juros por Luiz Filho
- A Noite das Sanguessugas por Jim Chaffee
- Cicatrizes Urbanas, Massa de Gente e de Luz por Thomas R. P. de Oliveira
- 06-01-2008
- Um Pedido a Carlos Cruz por Juliano Guerra
- Komodo por Eduardo Frota
- Em Nome da Fome por Zé Ignacio Mendes
- O Engarrafado por Roberto Afonso
- 05-01-2008
- Sete por Marcello Trigo
- E agora, Jaime? por Luiz Mendes Junior
- 02-15-2008
- Canção de Ninar por Liliane Reis
- Vender é preciso por Dani Nedal
- 01-15-2008
- Ensaio fotográfico: Banho coletivo por Jim Chaffee
- Lua Vermelha por Liliane Reis
- Manequim por Eduardo Frota
- Um Pulo para o Amor por Gilberto Griesbach Junior
- 12-01-2007
- Mensagem de Natal do Diretor Executivo por Sonia Ramos Rossi
- Reflexo por Patricia Azeredo
- Esdruxulidades por Priscila Biancovilli
- A Ordem Natural das Coisas por Eduardo Frota
- 11-01-2007
- O Assassino de Três Corações por Alexandre D´Assumpção
- Aconteceu Num Dia Quente de Verão por Luiz Mendes Junior
- Senhora Lia por Natalia Emerson Trindade
- Tropa de Elite: A Alienação Como Origem da Violência por Rafael Issa
- 02-01-06
- A Boneca de Natalia Emery Trindade
- Arquivo Completo

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Olá, navegante.
Esta é a Broca Literária. A nova revista virtual da Drill Press, feita integralmente em português. Aqui, todos os meses, serão publicados contos, crônicas e ensaios na lingua de José Saramago e Jorge Amado, seguindo as diretivas e padrões de qualidade que nossos leitores já conhecem.
Se você é recém-chegado e deseja saber mais sobre nós, não hesite, entre e mergulhe nesta terra inexplorada. Aventuras aguardam seu ímpeto. Novos mundos emergirão pela magia de cada palavra destilada com o olhar. Sentenças abrirão lacunas em sua mente até lançá-la à orbita dos espíritos livres.
Queremos que participe; opine. Nossa filosofia de trabalho e política para recebimento de originais estão especificados dentro da revista.
Um braço de resgate ao amor pela lingua-mãe se estende. Ciladas simplistas e imediatistas impostas sobre nossos sensos de julgamento encontrarão resistência neste antro. Abramo-nos ao sopro sutil do invisível! Eliminemos ruídos e excessos! Silenciemo-nos para contemplar, refletir, criar!
Este espaço é seu. Entre e usufrua.
- Rotina
- Por Felipe de Oliveira. Mais um dia começa. Noite mal dormida e sem sonhos. Levantei três vezes pra mijar. Mijava como um velho nessas últimas duas semanas. Duas ou três, não tenho certeza. Acordo com a cara inchada e duas olheiras imensas. Se eu fosse mais branco e mais peludo, ficaria parecido com um panda. ler mais...
- Space Bar
- Por Carlos Cruz. Robert Rotundo, pasmo, observava os astros colidirem e explodirem à sua volta, zilhões de fragmentos a iluminar o cosmos. O universo retraía-se e expandia-se, numa fascinante e apavorante reedição do caos, a hecatombe, o novo big-bang. ler mais...
- Sobrevivência
- Por Priscila Biancovilli. Quando resolvo abandonar o esconderijo em direção à luz tão funesta e bela, demasiado humana, já contemplo meu destino. Sigo-o pelas trilhas habituais há tantos milhões de anos traçada, sem medo. Não tenho sentimentos, e tampouco entendo a necessidade destas nulidades biológicas tão complexas, devem ser intervenções de algum anjo torto, rabiscadas quando Deus se distraía com assuntos importantes. Sem floreios, apenas me faço professar um destino barato. ler mais...
- A Religião como Ilusão no Pensamento
- Por Rafael Issa. Em tese apresentada no livro O Futuro de uma Ilusão (1927), Sigmund Freud afirma que a religião é uma ilusão fruto do inconsciente humano. Isto significa que, para a psicanálise freudiana, a fé manifestada no homem que crê possuiria motivações psicológicas e – deste modo – pode ser cientificamente explicada. ler mais...
- Anonimato em Crise
- Por Luiz Mendes Junior. Em 1968, o artista plástico Andy Warhol elaborou uma profecia: Todo cidadão teria 15 minutos de fama no futuro, e este futuro levou quatro décadas para chegar. A era da reprodutibilidade alçou vôos digitais, evoluiu, proliferou-se em computadores mais e mais avançados, gerou uma rede mundial que se ampliou e puxou um desenvolvimento tecnológico capaz de criar sítios de armazenamento para texto, foto e vídeo, acessíveis e ampliáveis por todos. Gadgets ganharam poder; perderam peso. Telefones ficaram mínimos e autônomos, com direito à câmera, radio, "ipod", tela de TV, videogame e microprocessador. No bolso de cada cidadão, um portal. Uma janela com bilhete de ida e volta para o mundo do imaginário midiático que consumimos. ler mais...
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Envio de originais
Se você escreve e deseja publicar textos na Broca Literária, leia atentamente nosso guia de envio de originais e mande-nos material para apreciação. Teremos um grande prazer em avaliá-lo.
